quinta-feira, 20 de agosto de 2009

TRANSFORMAÇÃO

terça-feira, 2 de junho de 2009

Contos de fadas são a pura verdade: não porque nos contam que os dragões existem, mas porque nos contam que eles podem ser vencidos.
G. K. Chesterton

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Soldados de Chumbo



João, como a maioria dos meninos de 10 anos de idade, adora brincar com seus brinquedos e sua coleção não é pequena. Entre presentes que seus avós, tios e pais lhe dão em aniversários e no natal, João tem um especial: Uma coleção de soldados de chumbo que pertencia ao seu pai e foi lhe dado no seu ultimo aniversário “Guardei eles até que você completasse a idade que eu tinha quando os ganhei de seu avô” explicou o pai. Eram cerca de 30 soldadinhos do tipo que não se fábrica mais, todos iguais feitos em série, a única coisa que diferenciava um dos outros eram as marcas que o tempo e as brincadeiras de seu pai deixaram em cada um deles. João era capaz de diferenciar cada soldado e até dar nome a alguns. O Tenente Smith era seu favorito (o nome ele tirou de um filme).

O menino sempre foi muito criativo, um garoto que usava sua imaginação para criar as mais diversas situações em seu quarto ou no quintal de casa, seus soldados travavam batalhas contra um exército inimigo que ele formou com uma coleção de vilões em miniatura dos mais diversos desenhos animados, até contra os piratas do Capitão Gancho seus soldados já lutaram.

Um dia João foi com seus pais passar uma semana no sítio de seus avós e obviamente o garoto levou uma caixa de sapatos com seus bonecos. “Puxa, lá posso fazer novos campos de batalha!” pensou ele e quando chegou lá não foi diferente, João travou algumas lutas entre os exércitos em vários lugares diferentes inclusive perto de um riacho que era o lugar perfeito para fazer cenários. Mas é claro que ele não fez apenas isso, ele brincou com seus primos, correu atrás de animais e subiu em árvores. No dia de ir embora, João recolheu seus brinquedos sentindo uma tristeza, pois teria que voltar a escola no dia seguinte, acordar cedo por obrigação e não por causa do cheiro de bolo que sua avó fazia, “(...) 27, 28, 29... Tá faltando um!” exclamou ele e tornou a contar para ter certeza. Mas realmente, estava faltando um soldado, era o Tenente Smith. Ele procurou por toda a casa, nas proximidades, perguntou para os parentes que estavam perto se o havia visto, decepcionado por não ter encontrado seus olhos se encheram de lágrimas, sua mãe percebeu e perguntou a ele “Joãozinho, o que aconteceu?”, e soluçando, seu filho respondeu “Perdi um soldado mãe... já procurei em todo canto e perguntei pra todo mundo...”, suas lágrimas aumentavam, “Mas filho, você não tem tantos soldados desses?”, respondeu a mãe com aquele tom (quem já foi criança sabe do que estou falando). “Mas é o Tenente Smith mãe, é meu favorito”, explicou-se o menino. “Mas todos são iguais filho, você pode escolher um outro pra ser o Tenente Smith da mesma forma que você escolheu quando os ganhou.” Respondeu a mãe pensando que estava solucionando o problema. “Não posso fazer isso mãe, não é a mesma coisa! O Tenente Smith é especial, ele já participou de tantas batalhas... eu o escolhi para ser quem ele é.”


Alguma vez você já se sentiu como apenas mais um no meio da multidão? Existem milhares de pessoas como você no mundo, que sabem fazer as mesmas coisas que você e fazer melhor ainda. São pessoas tecnicamente iguais a você e então você pensa “Existe tanta gente no mundo que pode fazer o que eu tenho tentado e porque Deus escolheu logo eu?”

Sabe, eu estive pensando nisso um dia desses ao me deparar com as dificuldades. Me senti incapaz de suportar, tanta gente poderia está no meu lugar, sei lá, desempenhar os papeis que eu desempenho, sofrer o que eu sofro... Já fracassei tantas vezes, já me sinto tão envergonhado. Porque outra pessoa não pode ficar no meu lugar e as coisas em minha vida apenas se resolverem? Se for pra evitar o sofrimento, me contententaria em ser apenas mais um na multidão. Mas em meio as dificuldades, em meio a esses pensamentos fui surpreendido com a voz de Deus, uma voz que meus ouvidos não podereiam ouvir, apenas um outro orgão: o meu coração. Ele disse: “Eu poderia ter escolhido qualquer um para desempenhar o seu papel, mas mesmo podendo fazer essa escolha, eu ainda preferi você, o que te faz ainda mais especial, não pelo que você é, não pelo que você faz... Mas pelo que Eu Sou e o que Eu faço em você. Existem milhares de soldadinhos de chumbo iguaizinhos a você mas Eu conheço cada um de vocês. Te dei um propósito, uma missão, apenas porque Eu te amo, Eu te criei e te adotei como filho e cada batalha que você enfrenta é especial pra Mim. É isso que te faz diferente, eu amo a todos os meus soldadinhos...mas lembre-se que amo cada um individualmente.” Para Deus não existe “apenas um na multidão”, não importa o quanto você falhou ou o quanto perdido ou distante você possa está, Deus ainda se importa com você e ainda te quer! Lembre-se da centésima ovelha, da dracma perdida... ou do Tenente Smith.


Então, compadecidos com a sinceridade do coração do menino, toda a família se mobilizou para procurar o boneco perdido. Em meio a movimentação, João lembrou que brincou muitas vezes perto do riacho e foi correndo atrás do seu boneco. Correu descalço em um chão quente e cheio de pedrinhas, mas para o menino não importava nenhuma dor. Ao chegar lá, procurou pelo campo de batalha montado na arreia barrenta e o viu, o Tenente Smith! O garoto comemorou dando pulos e gritos de alegria, colocou o brinquedo no bolso da camisa perto do peito e, segurando-o, levou de volta para casa.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O que as garotas fazem (Tchug Lugs)

Queridos "leitorelespectadores" (essa foi péssima né?! hehe)
Venho postar mais um vídeo feito na faculdade, foi um dos trabalhos mais interessantes que fiz e sempre faço questão de explicar como foi...rsrs.
Um grupo produziu um video para outro grupo atuar (escreveu roteiro, fez storyboard e toda a produção) assim todos os grupos foram atores e produtores de curtas (o video em que atuei ainda não está no youtube, graças a Jeová... haha).
O grupo que pegamos para dirigir só tinha meninas, então eu pensei "vou usar toda a minha bagagem de seriados adolescentes e filmes da Sessão da Tarde para fazer uma festa de pijamas com patricinhas!". Nada original, mas funcional! rsrs. Fui diretor, roteirista e editor do vídeo e tá aí o resultado.
Obrigado a minha equipe e as atrizes maravilhosas que eu amo. Foi muito bom trabalhar com vocês! (discurso de oscar..hahaha)
Comentem!


sábado, 25 de abril de 2009

Entregue tudo nas mãos de Deus, mas não espere que Ele faça aquilo que você deve fazer.

Tato Messias

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Tato


Tato é um dos cinco sentidos e é um dos sentidos mais incríveis que temos. A importância do tato é tamanha ao ponto de ser ter como “canal” o maior órgão do corpo humano que é a pele, aliás, em qualquer órgão do corpo humano existe tato. Pelo tato temos a noção das mais prazerosas ou desconfortáveis sensações que se pode existir como dor, frio, calor, carinho, afago, coceira... sabe, o contato físico pode ser agradavel ou desagradavel para algumas pessoas e creio que isso é um reflexo de suas feridas ou carências. E veja como essas sensações tão biológicas, tão físicas, tão táteis são usadas para definir sensações que são tão...emocionais, tão abstratas como “dor na alma” ,“frio na barriga” ou "Fulano é todo cheio de não-me-toques'', ou então falas do tipo “isso tocou meu coração”. Creio que isso acontece porque o homem assimila involuntariamente tudo que é físico, emocional e espiritual uma com as outras, até porque somos seres integrais; corpo, alma e espírito. Trinos e únicos, assim como Deus, à “imagem” e “semelhança de Deus”.

Diferentemente de todo o resto da criação, os seres humanos foram criados para ter um relacionamento com Deus e por isto, Deus nos criou com aspectos materiais e imateriais. Creio que nossa alma é um reflexo de Deus Pai, capacidade de criar, amar, irar-se, de ter vontades... Nossa alma é a coisa mais profunda, mais sincera, mais fantástica e mais misteriosa da nossa existência e tem, por sua vez, uma “função” diferente do nosso espírito (embora sejam bastante confundidos). Nosso espírito é o fôlego da vida, o Sopro de Deus no boneco de barro, tem a função de dar consciência, intuição e comunhão com Deus e não preciso nem me alongar em dizer o quanto isso está relacionado ao Espírito Santo, o Vento.

Mas o ponto em que eu quero chegar é a terceira parte dessa analogia sobre a relação da Trindade com a “trindade humana” que é Jesus, o Verbo que se fez carne, que se fez pele, que se fez tato. Elohin, Deus Todo Poderoso, se submeteu a ter sentidos, se submeteu a fazer-se humano e ter PELE para “sentir na pele” as sensações, tanto físicas quanto emocionais, de um homem durante toda a sua vida e ainda se sujeitar as mais fortes dores físicas em sua morte. Sim, Jesus tinha TATO para sentir TODA aquela dor. A grande diferença da carne de Jesus para a minha carne é que Jesus suportou toda aquela dor (que não era sua ) sem reclamar por amor, durante sua vida Jesus não se deixou dominar pelos sentidos provocados pela sua carne e usou seu tato por amor, demonstrando afeto e sendo mais direto, tocando pessoas para curar. Interessante é que Jesus curou diversos sentidos fisiológicos de pessoas, mas todas elas tinham tato para sentir o toque de Jesus.

Lembramos sempre de aproveitar das coisas boas que fluem do nosso espírito e de nossa alma. Entendemos “carne” como algo podre e pecaminoso e sim, claro que existe essa parte, (assim como nosso espírito e alma também tem coisas ruins que precisam se controladas, porque ambas são humanas), mas não lembramos que a carne também foi feita por Deus e que é maravilhosa. Por causa do corpo nós vivemos, temos sentidos e realizamos coisas, a carne é essencial para nossa existência e que tem um sentido na nossa imagem e semelhança com Deus.

Se Ele escolheu ser carne, então escolhamos ser carne também mas escolhamos ser carne como ele foi ao sentir coisas boas, suportar coisas ruins, tocar as pessoas com toque de amor. que pode até curar .O mesmo tato que sente carinho também sente dor... e isso não é uma escolha de quem sente, mas sim de quem provoca.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Nova Temporada

Olá leitores, está começando mais uma temporada no meu blog. Espero que dessa vez eu ultrapasse meu recorde de postagens. Mas então, trago novidades. Resolvi fazer uma brincadeira com meu apelido (Tato) para criar uma temática para meu blog relacionando as sesões principais com coisas relativas ao "tato".
Por enquanto temos as sessões:

*Peteleco
o que é um peteleco? é um pequeno e rápido toque provocado pelo movimento de dedos. A sessão Petelecos nada mais é do que textos pequenos e rápidos e provocados pelo movimento de meus dedos ao digitar (ou copiar e colar).

*Epidérmicos
São textos de pensamentos e situações que eu vivo na pele, é a principal sessão do blog.

*Cócegas
Uma tentativa de provocar risos através do tato (as vezes pode ser um incômodo)

e tem a *Midioteca também que é o espaço pra videos, audios e imagens e os *Informativos, que serão textos como este.

(sessões engraçadinhas né?! hehehe)

Por enqunto é só.

Abraços

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Nos piores momentos de nossas vidas os amigos se afastam... é por isso que esse momentos são os piores.

Tato Messias

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Uno Minuto

Olá pessoal, faz tempo que não atualizo (novidade...¬¬) mas tá aí um video minuto que fiz na universidade (esqueci que posso postar vídeos aqui...hehe) um dos trabalhos que mais gostei de fazer esse ano. Em homenagem aos viciados em UNO que entendem o vídeo de primeira... haha

segunda-feira, 7 de julho de 2008

A Senhora da Janela

Todos os dias eu passo por uma casa verde na esquina próximo a minha casa, é uma casa simples, mal pintada e com plantas no passeio. Nessa casa morava uma senhora de bastante idade. Todos os dias eu a via cuidando das plantas, dando bronca nos garotos que brincavam e faziam barulho e nos bêbados que vez ou outra caíam em seu passeio. Certa vez ao passar por sua janela fui abordado pela senhora, ela me chamou e perguntou: “Você tem fósforo aí?” E eu respondi: “Não senhora, não tenho”. A senhora agradeceu e eu segui meu caminho. Passaram-se alguns dias e como em um déjà vu a senhora me parou e perguntou novamente: “Você tem fósforo aí?”, achando estranho eu respondi: “Não senhora, eu não tenho fósforo aqui”. Por incrível que pareça, essa cena se repetiu por algumas vezes e eu já achava engraçado. Certa vez ao ouvir minha resposta ela ficou meio furiosa e me disse: “Porque você diz que não tem?!”, eu educadamente respondi: “Não, senhora, eu não tenho. Eu não fumo, porque eu andaria com uma caixa de fósforos no bolso?”

Um dia um amigo meu chegou a minha casa dando risada e dizendo: “Toda vez que eu venho pra sua casa, uma senhora alí me pergunta se eu tenho fósforo”. Eu já havia percebido, mas não tinha parado pra pensar que aquela senhora não queria palitos de fósforos. Involuntariamente ela estava necessitando de um fogo que o fósforo não poderia produzir: o fogo do calor humano, o fogo de Deus, o amor. Fiz um trato comigo mesmo: “...quando essa senhora me perguntar mais uma vez, eu vou parar para conversar com ela.” Promessa é divida, nem esperei que ela me pedisse fósforo, cheguei perto da janela e dei boa noite, me apresentei e perguntei-lhe o seu nome.

Conversamos por alguns minutos e já foi o suficiente para ela desabafar dezenas de problemas. De maneira carinhosa apresentei Jesus e seu plano de salvação, ela ouviu bastante emocionada e aceitou que eu orasse por ela entregando sua vida pra Jesus, ela aceitou e nós oramos. No final da conversa, ao me despedi ela me fez um ultimo pedido: “Meu filho, você tem uma lâmpada em sua casa? A daqui queimou e não quero ficar no escuro.” Fui até minha casa, peguei uma lâmpada e a entreguei.

Desde então, todos os dias que eu a encontrava ela acenava pra mim com um sorriso de carinho, às vezes eu parava para lhe dar um beijo e um abraço e ela sempre perguntava meu nome, pois sempre esquecia “É a idade” dizia ela sorrindo.

Na correria do dia-a-dia não tinha observado que recentemente sua janela está sempre fechada, as plantas estão descuidadas e lixo se acumula em sua calçada. Ela não mora mais naquela casa. Pensei em toda a situação, lembrei dos fósforos que ela pedia mas principalmente do seu último pedido: uma lâmpada. A luz que um fósforo produzia já não era suficiente para aquela senhora, quando ela conseguiu um pequeno feixe de luz do fogo de um palito de fósforo, ela desejou algo mais, desejou uma lâmpada que poderia iluminar toda sua casa. Espero que verdadeiramente ela tenha aceitado a Lâmpada que eu lhe ofereci naquele dia, não apenas a luz que um simples palito de fósforo como eu posso produzir.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Superman

Não sou um Homem de Aço. Mesmo se fosse de aço poderia enferrujar. Não sou o Superman. Mesmo que fosse o Superman ainda teria a Kryptonita

Pensando bem, acho que somos como Supermans mesmo, moramos nesse mundo, mas não pertencemos a ele, tentamos viver nossas vidas de Clark Kent, mas às vezes nos encontramos em situações em que precisamos usar nossa capa vermelha e roupa de lycra azul para sermos fortes e conseguimos isso, levantamos metrôs, agüentamos tiros e mudamos até a rotação da Terra se for nescessário, mas ainda existe o fator Kryptonita.

Uma coisa que sempre me perguntei quando criança era porque o Superman se sentia fraco com a Kryptonita se essa pedra veio do mesmo planeta que ele. Hoje eu entendo que nosso ponto fraco vem de nós mesmo, vem de nossas origens, nossa natureza pecaminosa é nossa kryptonita, um pequeno pedaço de pedra radioativa que pode nos destruir, que atravessa o aço e revela a nossa vulnerabilidade... meus inimigos sabem disso. A melhor forma de vencê-la não é lutar contra ela, é se afastar dela.

Interessante pensar que em Smallville o Lex Luthor, era o melhor amigo do Clark, mas essa amizade foi dominada por ciúmes, mágoa, inveja e principalmente segredos, fazendo-os ark inimigos.

Todo Superman tem seu refúgio, aquele lugar cheio de cristais chamado Fortaleza da Solidão, um museu que guarda a origem do super-herói, seus pensamentos e suas fraquezas. Quando estamos lá, entramos em conflito. Muitas vezes não gostamos de ficar sozinhos com nós mesmo ou sozinhos com Deus, fugimos desse combate necessário e nos escondemos com nosso gel no cabelo e roupa de Clark Kent, fingindo que está tudo bem no Planeta Diário, mas não é assim que se vence as batalhas internas. Os maiores conflitos do Superman não estão nas suas lutas físicas (essas ele tira de letra), estão no seu intimo, na Fortaleza da Solidão.

Disse o Senhor: "A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza."

De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso me agrado nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco é que eu sou forte.

II Corintios 12: 9 e 10

segunda-feira, 10 de março de 2008

continuando o que comecei...

Caí na bobagem de calar meus lábios, deixei de escrever, não dei continuidade ao blog com a freqüência esperada logo no começo, aguardando uma idéia genial para escrever aqui. Bobagem! Caí em um dos meus erros, (estou lutando contra ele) o erro de não dá continuidade o que eu começo.
Hoje fui surpreendido com uma pergunta antiga, que eu já sabia a resposta mas me fez refletir sobre essa resposta. O quarto semestre na universidade já começou, um professor novo para minha turma fez a velha pergunta de começo de curso, perguntou porque escolhemos estudar comunicação, foi interessante ouvir as mesmas respostas de algumas pessoas e respostas diferentes de outras, algumas com visões diferentes da que tinham no começo do curso, mais formuladas, mais empolgadas ou mais decepcionadas. Incrível como as coisas mudam, ou não... Incrível como as pessoas mudam, ou não.
Fiquei lembrando dos meus sonhos de menino, que fazia do meu terraço o meu estúdio, gravando programas de rádio com o gravador de pilhas, fantoches com minhas meias e quando eu tinha 8 anos e usava a câmera de meus pais (lembro quando descobri por um acaso o "efeito especial" de fazer as pessoas desaparecerem, gravando e dando pause), lembro da tentativa de fazer uma Tv Cruj usando a tampa de uma panela como antena parabólica, lembro de como eu brincava de ser cientista maluco, arqueólogo, médico, bombeiro, construtor e quando eu descobri que não queria ser nenhuma dessas coisas, eu gostava mesmo era de criar essas estórias. Tudo isso contribuiu pra decisão de minha carreira.
Fico pensando quanta gente tem dúvida enquanto suas carreiras e eu me sinto privilegiado em ter uma certeza do que eu quero, além da certeza de que tenho um Chamado e que meu ministério começa desde já. O tempo mostrará, ou melhor, Deus mostrará através do tempo em quais portas devo bater e adentrar, será mais visível e mais concreto a cada dia, o Senhor tem se mostrado muito generoso comigo em me direcionar por esses caminhos e me guiar muitas vezes sem muito esforço de minha parte, eu preciso apenas concluir o que comecei e seguir o caminho que Ele já pintou para mim.





"Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus" Filipenses 1:6

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

O Espetáculo vai começar







Respeitável público, é com uma imensa satisfação (e sem saber muito o que escrever) que inauguro meu blog. Motivado por uma vontade nostálgica de escrever e por uma moda que atingiu alguns amigos meus, estarei publicando meus pensamentos, reflexões, textos e imagens (lembro do começo de minha adolescência quando eu escrevia muito, hoje tenho muito mais o que dizer e escrevo muito menos). Este espaço será bom pra exercitar minha mente, pôr em prática o que aprendo e acima de tudo, me edificar e edificar você (sim, você mesmo! hehe) que estará lendo este blog.

Não vou calar meus lábios (ou parar meus dedos) Espero emocionar, te fazer refletir, sorrir e te divertir... Não espere encontrar grandes filosofias ou textos cheios de palavras difíceis, mas prometo escrever coisas que vem do meu coração e do coração de Deus.

As cortinas se abrem, o cenário está pronto, a platéia aguardando, o ator está nervoso mas o Diretor, que também é o Roteirista, está animado com a estréia passando confiança ao dizer: “Vai dá tudo certo, Eu estou no controle.”

O espetáculo vai começar...